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Após demissão por justa causa na Record Bahia, Tainá Reis se manifesta e afirma: "Não é um ponto final"

Publicada em 17/12/2025 às 10:15h - Redação Rádio Vida


Após demissão por justa causa na Record Bahia, Tainá Reis se manifesta e afirma:
 (Foto: Reprodução Redes Sociais)



A jornalista Tainá Reis se pronunciou publicamente pela primeira vez nesta segunda-feira (15), após ser demitida por justa causa da Record Bahia, emissora onde atuou por quatro anos e oito meses. O desligamento ocorreu nas primeiras horas da manhã, logo após a profissional chegar ao local de trabalho para iniciar sua rotina.

Por meio de uma longa e reflexiva publicação nas redes sociais, especialmente no Instagram, Tainá optou por não entrar em detalhes sobre os motivos da demissão, mas fez um desabafo emocionado sobre sua trajetória no jornalismo, o encerramento de um ciclo profissional e a expectativa por novos caminhos.

“Com o coração em paz e a consciência tranquila, hoje encerro um ciclo importante da minha vida profissional. Um ciclo que me ensinou, me fortaleceu e me transformou”, escreveu a jornalista, ressaltando o impacto da profissão em sua formação pessoal e profissional.

Na mensagem, Tainá reforçou sua defesa de um jornalismo baseado na ética, na sensibilidade e no respeito às pessoas. Segundo ela, o verdadeiro papel do repórter vai além da informação rápida, exigindo cuidado com as palavras e responsabilidade com as histórias contadas. “Sigo acreditando no jornalismo humano. No jornalismo que escuta mais do que aponta, informa sem julgar e não perde a alma no caminho”, destacou.

A jornalista também falou sobre os desafios enfrentados ao longo da carreira, citando as pressões diárias da profissão e o impacto emocional acumulado ao longo do tempo. Em tom sincero, afirmou que precisou reconhecer a importância de cuidar da própria saúde para seguir em frente. “Sempre cuidei do outro, mas ficou claro que, sem cuidar de mim, nada seria possível”, afirmou.

Além da atuação na Record Bahia, Tainá Reis também é conhecida por seu trabalho como apresentadora na Salvador FM, onde mantém forte conexão com o público. Ao longo do texto, ela agradeceu pelas experiências vividas, pelas histórias compartilhadas e pelo carinho recebido ao longo da carreira. “Agradeço a Deus pelo privilégio de entrar em tantas casas, receber abraços, orações e confiar na força do amor ao próximo”, escreveu.

Encerrando o pronunciamento, Tainá adotou um tom de esperança e resiliência, deixando claro que encara o momento como uma transição, e não como um fim definitivo. “Isso não é um ponto final. É uma vírgula cheia de esperança. Sonhos nunca morrem. Os meus seguem vivos”, concluiu.

A Record Bahia, até o momento, não se manifestou publicamente sobre o desligamento da jornalista. O caso repercute nas redes sociais e entre profissionais da comunicação, gerando debates sobre os desafios da profissão e os bastidores do jornalismo televisivo.

Confira a nota na integra:

Sonhos nunca foram planos distantes ou meras fantasias. Sempre foram o combustível que me fez acordar cedo, atravessar cidades, abdicar de muita coisa e viver histórias que pediam para ser contadas com respeito.

Foi sonhando que escolhi a televisão e, depois, o jornalismo. E o jornalismo nunca foi só uma profissão. É missão, vocação, responsabilidade e compromisso com as pessoas. Ser repórter é estar onde muitos não podem ouvir quando ninguém quer ouvir, dar voz sem gritar e informar sem ferir. O verdadeiro jornalismo se constrói com ética, sensibilidade e humanidade, nunca explorando a dor alheia.

Ao longo do caminho, aprendi que informar também é um ato de cuidado. Que cada palavra tem peso, impacto e consequência. Que não basta chegar primeiro, é preciso chegar do jeito certo. E que o jornalismo que vale a pena é aquele que respeita, honra e edifica.

Mas também aprendi que, para continuar sonhando, é preciso ter saúde. A entrega constante, as pressões, os silêncios engolidos e as emoções acumuladas começaram a cobrar um preço. Entender isso exigiu coragem. Sempre cuidei do outro, mas ficou claro que, sem cuidar de mim, nada seria possível.

Com o coração em paz e a consciência tranquila, hoje encerro um ciclo importante da minha vida profissional. Um ciclo que me ensinou, me fortaleceu e me transformou. Ciclos não se fecham para aprisionar, mas para dar espaço ao novo. E este se encerra com gratidão, consciência e fé.

Sigo acreditando no jornalismo humano. No jornalismo que escuta mais do que aponta, informa sem julgar e não perde a alma no caminho. Agradeço a Deus pelo privilégio de entrar em tantas casas, receber abraços, orações e confiar na força do amor ao próximo.

Isso não é um ponto final. É uma vírgula cheia de esperança.
Sonhos nunca morrem. Os meus seguem vivos.

Com fé, coragem e gratidão, sigo.

Bora vencer!




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