Amado Batista sempre cantou sobre as dores e alegrias da vida. Na noite desta sexta-feira (13), ele viveu a mais cruel delas. Lorena Alves Batista, sua filha de 46 anos, morreu em Goiânia após uma longa e difícil batalha contra um colangiocarcinoma — um tipo raro e agressivo de câncer que se desenvolve nas vias biliares e havia evoluído para metástase no fígado. Ela estava internada no Hospital São Francisco de Assis, na capital goiana.
Quem deu detalhes sobre a doença foi o irmão de Lorena, Bruno Henrique Batista, em entrevista ao G1. "Era uma excelente irmã", disse ele, resumindo em poucas palavras uma perda que palavras dificilmente alcançam. Lorena não era apenas filha de um dos maiores nomes da música sertaneja brasileira — ela construiu uma trajetória própria e plural: médica veterinária, policial federal e cantora, reunindo em uma só vida dedicação ao serviço público, à ciência e à arte.
Foi nas redes sociais que Amado Batista encontrou o espaço para a homenagem. Em uma mensagem que tocou fãs e seguidores, o cantor recorreu à linguagem que sempre foi a sua para falar sobre o que sente: "É como uma música que termina antes da hora, deixando um silêncio profundo e um vazio que nada consegue preencher. Para um pai, ver uma filha partir é algo que parece contrariar a própria ordem da vida", escreveu.
O cantor ressaltou que, até o fim, Lorena nunca perdeu a doçura nem a força que sempre a definiram — e agradeceu o carinho e as orações dos fãs que acompanharam a família durante esse período. Além de Lorena e Bruno, Amado Batista também é pai de Erich e Rick. Informações sobre velório e sepultamento não haviam sido divulgadas até o fechamento desta reportagem.
Nosso Whatsapp (75) 9 8844-3155