O Esporte Clube Bahia enfrenta uma de suas maiores provações na temporada. Após a derrota por 2 a 1 para o Botafogo, nesta quarta-feira (1º), no Estádio Nilton Santos, o time comandado por Rogério Ceni não apenas voltou de mãos vazias no placar, como também acumulou uma série de baixas que compromete a preparação para o confronto diante do Flamengo, marcado para domingo (5), na Arena Fonte Nova.
Somando suspensões e lesões, o Tricolor pode chegar a 13 desfalques, restando apenas 18 jogadores profissionais à disposição do técnico. A situação obriga a comissão técnica a recorrer à base para completar a lista de relacionados em um jogo considerado decisivo para a sequência no Campeonato Brasileiro.
Seis baixas em um só jogo
No duelo contra o Botafogo, o Bahia perdeu Luciano Juba e Ramos Mingo, que saíram de campo lesionados. Além disso, o atacante Sanabria foi expulso por simulação e terá de cumprir suspensão automática.
Outros três atletas - Nestor, Gabriel Xavier e Santiago Arias - receberam o terceiro cartão amarelo e também estão fora do próximo jogo.
Esses nomes se juntam a uma lista extensa de atletas já entregues ao departamento médico: João Paulo, Kanu, David Duarte, Erick, Caio Alexandre, Erick Pulga e Ruan Pablo, todos em recuperação de problemas físicos.
Defesa é setor mais prejudicado
O sistema defensivo é o mais afetado. Sem Kanu, David Duarte, Ramos Mingo e Gabriel Xavier, além da suspensão de Arias e da lesão de Juba, as opções na zaga se resumem a Luiz Gustavo e Fredi, obrigando Ceni a pensar em improvisações ou apostar em jovens da base.
Apenas 18 jogadores disponíveis
Com a série de desfalques, o Bahia terá somente 18 jogadores do elenco principal à disposição, sendo 16 atletas de linha e dois goleiros (Ronaldo e Danilo Fernandes). Ademir, que também lida com restrições físicas, deve ser utilizado com cautela.
Lista de disponíveis e desfalques:
Pressão aumenta contra o Flamengo
O confronto com o líder Flamengo ganha ainda mais peso devido ao retrospecto negativo: o Bahia não vence o Rubro-Negro há 13 partidas consecutivas. A necessidade de reação imediata após a derrota para o Botafogo coloca Rogério Ceni e o elenco sob grande pressão, num cenário em que improviso e coragem serão fundamentais.
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