O Esporte Clube Bahia alcançou em 2025 o maior faturamento de sua história, ultrapassando a marca de R$ 400 milhões em receitas. O resultado consolida o crescimento financeiro do clube desde a transformação em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) e a aquisição pelo Grupo City, refletindo um novo patamar de gestão e competitividade fora e dentro de campo.
A informação foi confirmada pelo CEO do Bahia, Raul Aguirre, durante entrevista à TV Bahêa. Segundo o executivo, o clube encerrou o ano com uma receita total superior a R$ 400 milhões, número que inclui receitas operacionais e valores provenientes de negociações de atletas. Trata-se de um avanço expressivo em relação a 2024, quando o faturamento foi de aproximadamente R$ 299 milhões.
De acordo com Aguirre, o crescimento em relação ao ano anterior ficou entre 40% e 45%. Com base nessa projeção, a receita total de 2025 deve variar entre R$ 418 milhões e R$ 433 milhões, estabelecendo um novo recorde histórico para o Tricolor de Aço.
“Encerramos 2025 com uma receita que ultrapassa confortavelmente os R$ 400 milhões. É uma marca muito relevante para o clube e demonstra um crescimento robusto, na faixa de 40% a 45% em comparação com o ano passado. Nosso objetivo é seguir ampliando as receitas e reduzir a distância para os maiores clubes do futebol brasileiro”, afirmou o CEO.
O avanço financeiro acompanha o bom momento esportivo vivido pelo Bahia nos últimos anos, com classificações consecutivas para competições internacionais, como a Copa Libertadores. Ainda em julho, a diretoria já sinalizava que o clube caminhava para um salto relevante nas receitas, impulsionado pela reorganização administrativa, maior capacidade de investimento e valorização do elenco.
Na ocasião, Aguirre destacou que o crescimento das receitas vinha ocorrendo de forma consistente. “As receitas do Bahia têm crescido a um ritmo composto próximo de 35%. De 2023 para 2024, tivemos aumento de 24%, e em 2025 projetávamos um crescimento ainda mais forte. Nas receitas operacionais, chegamos a cerca de R$ 360 milhões e, somando as negociações de atletas, ultrapassamos com folga os R$ 400 milhões. Esse é o primeiro patamar que permite ao clube sonhar com objetivos maiores”, explicou.
Apesar do anúncio, o Bahia ainda não divulgou oficialmente o balanço financeiro detalhado de 2025, que deverá especificar a composição das receitas, despesas e investimentos. Entre os fatores que chamam atenção neste exercício estão as vendas de jogadores como Lucho Rodríguez, Biel, Thaciano e Tiago Souza, que renderam cifras expressivas ao clube. No entanto, parte desses valores pode ser diluída em parcelas ou compartilhada com outros clubes, o que significa que nem todo o montante das transferências entra integralmente na receita do ano.
Com o recorde de faturamento, o Bahia reforça sua posição como um dos clubes que mais evoluíram financeiramente no futebol brasileiro recente, sustentando a expectativa de crescimento contínuo, maior competitividade esportiva e presença constante entre os protagonistas do cenário nacional e sul-americano.
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