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Arbitragem contestada em Bahia x Palmeiras reacende histórico de polêmicas no Brasileirão

Publicada em 06/04/2026 às 16:30h - Redação Rádio Vida


Arbitragem contestada em Bahia x Palmeiras reacende histórico de polêmicas no Brasileirão
 (Foto: Gleidson Santana / Bahia Notícias)



A atuação do árbitro Lucas Casagrande na derrota do Esporte Clube Bahia por 2 a 1 diante do Sociedade Esportiva Palmeiras, no último domingo (5), voltou a colocar a arbitragem brasileira no centro das críticas. Um lance decisivo no fim da partida gerou forte repercussão entre jogadores, comissão técnica e torcedores.

O momento mais questionado aconteceu aos 43 minutos da etapa final. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Gustavo Gómez disputou a bola com David Duarte dentro da área. O defensor tricolor caiu pedindo falta, mas o árbitro mandou o jogo seguir e validou o gol da equipe paulista. Apesar das reclamações, o lance não foi revisado pelo árbitro de vídeo.

A decisão provocou reação imediata da delegação do Bahia ainda durante o confronto, aumentando o clima de insatisfação com a arbitragem no Campeonato Brasileiro Série A.

O episódio reforça um histórico recente de controvérsias envolvendo Lucas Casagrande. Em 2025, o árbitro chegou a ser retirado das escalas após atuação em uma partida entre Red Bull Bragantino e Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense. Na ocasião, marcações de pênalti e uma expulsão foram duramente criticadas, o que levou a Confederação Brasileira de Futebol a encaminhá-lo para um período de treinamentos e avaliações internas.

A polêmica em Salvador também envolve o responsável pelo VAR da partida, Rodolpho Toski Marques, que já enfrentou situação semelhante. Ele foi afastado das escalas do Campeonato Mineiro após atuação em um clássico entre Clube Atlético Mineiro e Cruzeiro Esporte Clube, marcado por decisões contestadas.

Naquele jogo, lances como um pisão envolvendo os jogadores Lyanco e Dudu e um gol do atacante Hulk, em disputa com Fabrício Bruno, não passaram por revisão, o que gerou críticas públicas. O então dirigente Alexandre Mattos afirmou à época que a federação reconheceu erros na condução das análises.

Internamente, a CBF não trata o afastamento de árbitros como punição formal. A entidade costuma classificar os casos como falhas de interpretação e adota como medida o direcionamento para reciclagem técnica, com treinamentos e reavaliações antes de um possível retorno às partidas oficiais.

O novo episódio reforça o debate sobre o uso do VAR e a consistência das decisões da arbitragem no futebol brasileiro, especialmente em jogos de alto nível e impacto direto na tabela.




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