A partida entre Bahia e Palmeiras, válida pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro Série A, terminou com repercussão além do resultado em campo. Após o apito final, o árbitro Lucas Casagrande registrou em súmula declarações feitas pelo diretor de futebol do clube baiano, Carlos Eduardo Santoro.
Conforme o documento oficial, o dirigente abordou a equipe de arbitragem na área destinada a entrevistas e fez críticas contundentes à condução do jogo. Segundo o relato, Santoro teria mencionado episódios anteriores e afirmado que o árbitro não deveria mais atuar em partidas envolvendo o Bahia.
O árbitro considerou as palavras como ofensivas à sua honra, destacando o tom das declarações no registro oficial da partida. O episódio reflete o ambiente de insatisfação que tomou conta da equipe tricolor após o confronto.
O ponto central das reclamações foi um lance ocorrido já na reta final do segundo tempo. Aos 43 minutos, após cobrança de escanteio, houve disputa aérea entre Gustavo Gómez e David Duarte dentro da área. Atletas do Bahia pediram falta na jogada, mas o gol foi confirmado pela arbitragem, sem intervenção do árbitro de vídeo.
As críticas do clube também fazem referência a outro jogo recente, contra o Ceará Sporting Club. Na ocasião, um pênalti marcado após contato entre Santiago Arias e Aylon gerou forte contestação por parte da equipe baiana.
Com mais esse episódio, cresce a pressão sobre a arbitragem nacional, especialmente em jogos de grande relevância, onde decisões contestadas têm impacto direto no desempenho das equipes e na classificação do campeonato.
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