A Polícia Federal incluiu o pastor Silas Malafaia como investigado no mesmo inquérito que apura supostas ações do ex-presidente Jair Bolsonaro contra autoridades e o Supremo Tribunal Federal (STF), com o objetivo de dificultar investigações relacionadas a uma tentativa de golpe de Estado.
Segundo as apurações, Malafaia teria sido o responsável por organizar o ato de apoio a Bolsonaro realizado no dia 3 de agosto, evento que reuniu apoiadores e lideranças políticas em Brasília.
Logo após a revelação de que era alvo da investigação, o pastor publicou um vídeo em tom exaltado nas redes sociais. Nele, criticou duramente o ministro Alexandre de Moraes, defendeu a abertura de um processo de impeachment contra o magistrado e classificou a investigação como perseguição política.
O caso agora avança sob a supervisão da PF e do STF, e deverá incluir novos depoimentos e a análise de evidências sobre o papel de Malafaia na mobilização de atos ligados ao ex-presidente.
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