Aos 80 anos de idade, Mário Alexandre Alves é mais do que um nome conhecido: ele é um personagem vivo da história e da memória afetiva da nossa região. Popularmente chamado de Baixinho do Quebra-Queixo, ele marcou gerações com uma trajetória construída a partir do trabalho simples, honesto e diário.
Durante décadas, Baixinho percorreu ruas e estradas a pé, passando por diversas cidades, sempre levando consigo o tradicional quebra-queixo - doce que se tornou sua marca registrada. Não era apenas um produto à venda, mas um símbolo de presença constante no cotidiano das pessoas. Sua voz anunciando o doce, o jeito humilde e o sorriso aberto faziam parte da rotina de quem o encontrava pelo caminho.
Para os moradores mais antigos, a figura de Baixinho era quase inseparável da paisagem urbana. Crianças, jovens e adultos cresceram ouvindo seu chamado e saboreando o doce que, além de adoçar o paladar, criava laços de afeto e lembranças que atravessam o tempo.
Mais do que um vendedor ambulante, Mário Alexandre Alves se tornou um verdadeiro símbolo cultural. Sua história representa a força do trabalho informal, a resistência de quem nunca desistiu e a importância das tradições populares que ajudam a construir a identidade da região.
Hoje, aos 80 anos, Baixinho do Quebra-Queixo é lembrado com carinho e respeito por todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Sua trajetória permanece viva na memória coletiva, como exemplo de dignidade, perseverança e simplicidade - valores que seguem inspirando gerações.
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