Uma ocorrência registrada dentro do Palácio da Polícia, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, ganhou repercussão após a divulgação de imagens que mostram uma mulher sendo derrubada e imobilizada por um policial militar na 2ª Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (2ª DPPA).
O episódio aconteceu no sábado (19) e passou a ser investigado pela Brigada Militar. Segundo informações divulgadas pela imprensa local, a mulher havia ido até a delegacia após a prisão em flagrante do marido e do filho.
Nas imagens que circulam nas redes sociais, um policial aparece discutindo com a mulher e, posteriormente, utilizando técnicas de contenção para levá-la ao chão. Em seguida, outros agentes participam da contenção e a mulher é algemada. Ela acabou sendo liberada posteriormente e não foi acusada de crime relacionado ao episódio.
Uma advogada criminalista que estava na delegacia acompanhando outra ocorrência registrou parte da situação em vídeo. A divulgação das imagens provocou manifestações e questionamentos sobre a forma como a abordagem foi conduzida dentro da unidade policial.
De acordo com a Brigada Militar, a mulher teria chegado ao local exaltada, proferido ameaças e ofensas contra os policiais e, segundo a versão apresentada pela corporação, teria cuspido no rosto de um dos agentes. A BM afirma que o uso de técnicas de contenção e algemas ocorreu para controlar a situação e preservar a segurança no ambiente.
A ocorrência teve início após uma abordagem realizada no bairro Cascata, onde policiais localizaram uma porção de entorpecentes com um homem. Segundo a corporação, durante a ação houve resistência e interferência de familiares. Posteriormente, os envolvidos foram encaminhados à delegacia.
Pai e filho foram autuados por posse de entorpecentes, desacato, desobediência, resistência e ameaça. Conforme a reportagem da GZH, ambos foram liberados mediante pagamento de fiança de R$ 550 cada.
Diante da repercussão das imagens, a Brigada Militar instaurou uma sindicância para apurar a conduta do policial envolvido na imobilização. A corporação também informou que pretende analisar os registros das Câmeras Operacionais Portáteis utilizadas pelos agentes durante a ocorrência.
O procedimento deverá verificar as circunstâncias da abordagem e se o emprego da força ocorreu dentro dos protocolos estabelecidos pela instituição. Até a conclusão da apuração, as versões apresentadas pelos envolvidos permanecem sob investigação.
Fonte: GZH – GaúchaZH
Acompanhe as principais notícias sobre política, cidades, economia, infraestrutura, esportes e os acontecimentos da Bahia, do Brasil e do mundo em nosso portal radiovida.tv.br e também pelo Instagram @vidaradioetv. Informação com credibilidade, rapidez e responsabilidade.
Deixe seu comentário, curta esta reportagem e compartilhe esta informação para que mais pessoas fiquem bem informadas e acompanhem os principais acontecimentos de Mutuípe, do Vale do Jiquiriçá, da Bahia, do Brasil e do mundo.
Nosso Whatsapp (75) 9 8844-3155