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NATAL SINDVALE
Política

VÍDEO: STF divulga vídeo em que Bolsonaro admite tentativa de violar tornozeleira com ferro de solda; ex-presidente é preso

Publicada em 22/11/2025 às 17:45h -


VÍDEO: STF divulga vídeo em que Bolsonaro admite tentativa de violar tornozeleira com ferro de solda; ex-presidente é preso
 (Foto: Reprodução)



O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou neste sábado (22) um vídeo em que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) admite ter usado um ferro de solda para tentar violar a tornozeleira eletrônica que utilizava em cumprimento de prisão domiciliar. A gravação foi anexada a um relatório técnico enviado pela Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape) e serviu de base para a decisão do ministro Alexandre de Moraes, que determinou a prisão preventiva do ex-presidente.

Segundo o Centro Integrado de Monitoração Eletrônica (Cime), o sistema registrou um alerta de violação às 0h07 deste sábado. A equipe de escolta foi acionada e, ao chegar à residência de Bolsonaro, constatou que o dispositivo apresentava “marcas de queimadura em toda sua circunferência” e sinais de tentativa de abertura.

No vídeo, Bolsonaro afirma: “Eu meti ferro quente aí. Curiosidade”, ao ser questionado por uma policial. Embora a pulseira não tenha sido rompida, o equipamento precisou ser substituído.

Diante da repercussão e da disseminação de versões conflitantes — como a alegação de que a violação teria sido causada por falha na bateria — o ministro Alexandre de Moraes decidiu retirar o sigilo do vídeo e do relatório técnico. “Em razão das diversas informações errôneas que vêm sendo divulgadas sobre a violação da tornozeleira eletrônica, o ministro retirou o sigilo do despacho, do relatório técnico e do vídeo”, informou o STF em nota oficial.

A defesa de Bolsonaro tem 24 horas para se manifestar sobre o episódio, conforme determinado por Moraes.

Prisão preventiva

A ordem de prisão preventiva foi expedida ainda na madrugada deste sábado (22). Além da tentativa de violar a tornozeleira, Moraes apontou como justificativa a convocação de uma vigília de apoiadores em frente à casa de Bolsonaro, organizada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O ministro avaliou que havia risco de fuga e de escalada da manifestação, o que poderia comprometer a segurança pública.

A decisão tem caráter cautelar e não representa o cumprimento de pena definitiva. Moraes justificou a medida com base no “risco para a vida de terceiros e para a própria integridade” do ex-presidente.

Em resposta, o senador Flávio Bolsonaro fez uma transmissão ao vivo na tarde deste sábado, na qual classificou a prisão do pai como perseguição política e religiosa. Durante a live, leu trechos da Bíblia e pediu orações aos apoiadores.




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