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CPI do Crime Organizado convoca João Roma e amplia investigação sobre relações com o Banco Master

Publicada em 27/02/2026 às 19:22h - Redação Rádio Vida


CPI do Crime Organizado convoca João Roma e amplia investigação sobre relações com o Banco Master
 (Foto: Reprodução / Montagem Rádio Vida)



A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organizado no Senado Federal aprovou a convocação do ex-ministro da Cidadania João Roma para prestar esclarecimentos no âmbito das investigações que apuram possíveis irregularidades envolvendo o Banco Master e empresas relacionadas. A decisão reforça o avanço das apurações e inclui o ex-integrante do governo Jair Bolsonaro entre os principais nomes que deverão ser ouvidos pelos senadores.

Com a convocação aprovada, João Roma passa a ser obrigado a comparecer à CPI, diferentemente do que ocorre com convites, que permitem ao convocado decidir se participa ou não. A obrigatoriedade só pode ser suspensa mediante decisão judicial. Durante o depoimento, o ex-ministro deverá responder a questionamentos sobre possíveis relações institucionais e políticas com o banco e com empresas citadas nas investigações.

A CPI busca esclarecer a existência de eventuais conexões entre instituições financeiras, operadores privados e agentes públicos, além de identificar possíveis irregularidades em operações financeiras e contratos sob suspeita. A inclusão do nome de Roma ocorre no contexto da análise de decisões e vínculos estabelecidos durante o período em que ele esteve à frente do Ministério da Cidadania.

Além da convocação do ex-ministro, a comissão aprovou medidas que ampliam o alcance das investigações, incluindo a quebra de sigilos relacionados ao Banco Master e a empresas associadas ao caso. Os senadores pretendem examinar dados bancários, fiscais e registros financeiros para identificar eventuais movimentações consideradas atípicas ou incompatíveis com as atividades declaradas.

João Roma comandou o Ministério da Cidadania entre 2021 e 2022, período em que a pasta era responsável por programas sociais de grande alcance nacional. A CPI pretende avaliar se houve relações institucionais ou decisões administrativas que possam ter favorecido interesses privados ligados às empresas investigadas.

Nos bastidores do Senado, integrantes da comissão avaliam que a convocação de ex-integrantes do governo é uma etapa importante para esclarecer a possível participação de agentes públicos no caso. A expectativa é que os depoimentos ajudem a reconstruir a cronologia dos fatos e identificar responsabilidades.

Aliados do ex-ministro afirmam que ele deverá colaborar com os esclarecimentos e apresentar documentos que comprovem a regularidade de sua atuação enquanto ocupou cargo no governo federal. Até o momento, João Roma não comentou publicamente a decisão da CPI.

A comissão segue colhendo depoimentos e analisando documentos, com o objetivo de apresentar um relatório final que poderá indicar responsabilidades e recomendar o encaminhamento de investigações a órgãos como o Ministério Público e a Polícia Federal. A CPI ainda não definiu a data do depoimento do ex-ministro, que deverá ser marcada nas próximas sessões.Parte superior do formulário

Fonte: Política ao Vivo




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